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Tabernáculo | dezembro de 2002.. |
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Gente que pensa
Coração aquecido, cabeça fria
Anderson Caleb,
é pastor superintendente distrital da Igreja Metodista Wesleyana
Senti o meu coração estranhamente aquecido John Wesley, 1738
O Cristianismo autêntico é a religião de coração quente, mas cabeça fria.
Vivemos em um tempo extremamente estressante para o obreiro. Sim, pois os ataques e pressões vêm
de toda parte: crises na Igreja, na família, na saúde, financeira, crise emocional, enfim, aos
poucos vão nos atingindo. A cobrança de decisões rápidas, conselhos infalíveis, resultados,
constante serenidade, onipresença em todas as reuniões e eventos enfim, o stress torna-se uma
possibilidade. Mas existe um escape (I Cor. 10.13). Quero porém refletir fazendo três
afirmações para nossa reflexão.
Líderes que vivem de cabeça quente e coração frio
Isso acontece quando descuidamos de manter acesa a chama, a paixão, o ardor por Deus e pelo
Ministério. Enquanto Wesley não recebeu um coração aquecido, em 24 de maio de 1738; não pode
ser usado por Deus. E nós? Perdemos o Amor, a Paixão pela alma, pelo Ministério, em troca de
uma cabeça quente, falando de problemas! Stanley Jones disse: A carga que conduzimos com
amor sempre se torna leve.
Queridos, esfriemos nossas cabeças e no rio do Espírito, deixemos de novo a calma arder em nosso
peito.
Outros possuem tanto uma cabeça fria quanto um coração frio
O esgotamento e, conseqüentemente, o esfriamento atingiu alguns. A fórmula não é segredo:
Uma cabeça quente esfria um coração abrasado. E é o que temos visto. Gente que
começou fervendo, inflamada, mas não sabendo lidar com os problemas da carreira, descuidando de
sua vida com Deus, assistiu suas brasa serem coberta pelas cinzas.
O cristianismo, porém possui a vocação da renovação, ou seja, o vento sopra para acender a
brasa e refrigerar o ambiente
O mesmo vento, o mesmo Espírito que sopra para ascender as brasas também esfria a cabeça
quente. Essa é a vocação da Igreja: avivamento.
O vento que soprou no pentecostes, quer continuar soprando hoje.
O vento, o vento, o vento! |
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