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BETEL realiza simpósio de Missões
O Seminário Teológico Betel Brasileiro realizou, entre os dias 28 e 30 de
novembro, o I Simpósio de Missões, sob o tema "Desafios Missionários da Igreja Evangélica
Contemporânea".Fotos:
Luiz Alberto
Missionária Durvalina Barreto
Os convidados especiais foram a missionária Durvalina Barreto, especializada em
Missiologia na Austrália e diretora do Betel em São Paulo, e o pastor Walter dos Santos, da
Missão Horizonte, MG. Cerca de 180 visitantes e alunos do Betel se inscreveram para obterem
informações atualizadas do campo missionário e aprenderem novas técnicas de evangelização.

Estudantes, pastores e missionários elogiaram
o I Simpósio de Missões
Durvalina destacou os principais problemas que envolvem missões e associou o aumento da atividade
missionária ao avanço da Igreja. Ela lembrou que a tocha, que outrora estivera nas mãos da
Inglaterra, Europa e EUA, agora está nas mãos do Brasil. "Temos a tocha não podemos
perdê-la" - pregou.
Segundo ela, missão transcultural não é expansão denominacional usada para defender doutrinas
ou costumes, mas a proclamação do evangelho genuíno. A obra social também não deve ser a
motivação principal do projeto, mas sim o ide do Mestre. Também não devemos trocar a presença
pessoal pela Internet ou TV, apesar destas tecnologias representarem excelentes instrumentos de
evangelização.
Ela alertou para o modismo e as técnicas emocionais ao fazer missões. Hoje, fazer missões
é moda e as estatísticas são usadas para justificar uma investida missionária, para
sensibilizar pela miserabilidade dos povos. O motivo principal deve ser sempre o cuidado com a
alma - disse.
Ele defendeu também formas diferentes de se pregar, dentro do contexto cultural do povo a ser
evangelizado. "Sincretismo não, contextualidade sim. A verdade é única em qualquer lugar
do mundo; Paulo pregou no Aerópago usando a cultura local" - pregou. Ela contou que um
Indiano disse a um missionário: "Vocês estão trazendo plantinhas já num jarro, nós
queremos uma semente que cresça em nossa forma" - É por isso existe o preparo
transcultural para que haja melhor aproveitamento da missão.
Ela finalizou sua participação no simpósio, dizendo que o Brasil não precisa de avivalistas e
sim de reformadores e conclamou a Igreja a ter como objetivo supremo, Glorificar a Deus e
manifestar Sua Glória ao mundo.
O pastor Marcos Muniz, diretor do Betel no Rio de Janeiro, disse que missões começam difícil,
torna-se impossível e então é realizada.
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