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O homem que morreu
por mim
Edmilson R. Fernandes
pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil no Belmonte
Nós amamos porque ele nos amou primeiro.
I João 4: 19 e 20
A história da Igreja revela fatos extraordinários e surpreendentes
para nos ajudar a firmar nossa fé e também para repensarmos sobre nossos deveres para com Deus e
sua Igreja. Entre 1910 e 1913, houve uma acirrada perseguição à Igreja Evangélica no Brasil e
o missionário Presbiteriano, Ver. Butler, pregava o Evangelho na cidade de Canhotinho em
Pernambuco, quando derrepente um homem, violentamente partiu para cima dele com uma peixeira
(faca), e o Pb. Nè Vilela, entrou na frente para proteger o Ver. Butler e acabou por
receber em lugar do missionário, o golpe fatal, daquela facada.
Hoje muitos irmãos visitam a igreja da cidade de Conhotinho e ficam abismadas por tão nobre
gesto e prova de amor cristão, realizado pelo presbítero Nè Vilela, que foi
sepultado no púlpito da referida igreja. O Ver. Butler depois escreveu o livro com o tema desta
pastoral, que escrevo para indagar: seríamos capazes de tal gesto, por amor a Jesus e à Sua
Igreja? Como está nossa comunhão? Somos capazes de verdadeiramente amar ao nosso irmão? Chorar
com os que choram e alegrarmo-nos com os que se alegram? Estamos mesmo orando uns pelos outros?
Estamos dispostos a pagar o preço de sermos um só coração no Senhor?
Lembre-se: Jesus morreu por nós a fim de que sejamos um! Vamos ler e viver o Sl 133 e Pv 17.17.
Amor cristão vai muito além das filosofias. Amemos a Jesus, amemo-nos uns aos outros, pois Ele
nos amou primeiro. |