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Tabernáculo | janeiro de 2003 |
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Semear
Sempre
José Vânio de Abreu
pastor da Igreja Presbiteriana Viva - Voldac
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O evangelismo pessoal se
pratica de várias maneiras, segundo a orientação do Espírito Santo. Mas a vida deste trabalho
é a visitação de casa em casa e de lugar em lugar. É assim que se dá continuidade às obras
que talvez tenham sido iniciadas no trem, no ônibus, na rua, etc. é impossível praticar
evangelismo pessoal sem um programa ativo de visitação, porque esse método de trabalho faz
parte do plano de Deus.
O trabalho de visitação pessoal começou no Éden, pelo próprio Deus (Gen. 3:8), e continuou
através da história do Velho Testamento. Abraão foi visitado por Deus várias vezes, assim como
Moisés, Salomão, Samuel, Elias e outros. Era o método por excelência de Deus para familiarizar
seu povo com sua presença e também com suas leis.
Passando o período da velha dispensasão, Deus enviou seu filho para um programa mais intenso, da
continuidade no trabalho de visitação ao seu povo (Lc. 1:77-78). E assim sem trégua, Jesus
percorria todas as cidades e aldeias (Mt. 9:35). Visitou o lar dos irmãos Lázaro, Maria e Marta;
foi à casa de Zaqueu, o publicano; à casa de Simão, o leproso; visitou a sogra de Pedro, que
jazia com febre e muitos receberam sua benfazeja visita.
Findando o seu ministério terrestre deixou atrás de si o eloqüente exemplo de trabalho pessoal.
Enfermos, atribulados, pecadores sem paz, etc. Ele visitou deixando-lhes conforto e salvação, e,
assim, muitos foram curados, outros beneficiados de muitas maneiras.
Após seu glorioso ministério, antes de subir ao pai, Jesus esclareceu aos seus discípulos na
tarefa de visitação pessoal, dizendo: Ide, pregai a toda criatura, e sob os auspícios dessa
sublime ordem, saíram eles, os servos do Senhor, por toda a parte, visitando, pregando e
confrontando o ânimo dos discípulos recém convertidos (Atos 14:21-22; 15:30-41), e Paulo ia
também de casa em casa (Atos 20:18-21), semeando a palavra de Deus.
Para executar esse trabalho de maneira efetiva precisamos de:
TATO: a habilidade de fazer e dizer o que é certo de maneira que não ofenda as
pessoas. Exemplos no uso do TATO: Cristo com os fariseus - Lucas 20:19-26; Paulo perante o
tribunal - Atos 23:1-17; Felipe e o eunuco etíope - Atos 8:26-29.
Contato: O ato de exercer o sentido do tato. Um encontro entre duas ou mais pessoas. Um homem pode
ter todo o tato deste mundo, mas sem contato não tem valor. Contato é feito em prática, mas
primeiramente: Contato com Deus e depois Contato com os homens.
Carecemos de contato com Deus antes de termos contato com os homens. Um bom exemplo bíblico:
Jacó (Gn. 32).
Habilidade: aptidão, capacidade, talento, um certo poder que consegue os fins desejados.
Precisamos de habilidade para compreender os homens. Personalidades diferentes têm de ser
tratadas de maneira diferente, as circunstancias, às vezes, determinam nosso tratamento da
pessoa.
Precisamos de habilidade no uso da palavra de Deus. Felipe conhecia bem as escrituras e podia
mostrar que Jesus era o Messias prometido no Velho Testamento. Outro bom exemplo: Jesus na
Sinagoga (Lc. 4:17).
Contatos: (24) 3338-1727 - e-mail: prvanio@ieg.com.br |
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